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Um casal foi surpreendido pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC)da GNR de Mangualde, quando estava a furtar alumínio nas instalações da Patinter, no entanto apenas foi detida a mulher que tem 29 anos. A detenção foi efectuada na madrugada de ontem, em Mangualde, quando, tentavam furtar várias dezenas de réguas de alumínio das instalações da PATINTER. A alegada criminosa e o seu cúmplice foram surpreendidos por elementos do Núcleo de Investigação Criminal da Guarda Nacional Republicana de Mangualde, quando procediam ao carregamento do material para o interior de um veículo ligeiro de passageiros. Fonte da empresa assaltada –Patinter – explicou ao nosso Jornal que funcionários da firma tinham-se apercebido há dois dias de que alguém andava a furtar réguas de alumínio dos reboques dos camiões. As peças servem para segurar a carga e também para apoiar o tolde. Os empregados deram conta do furto e verificaram que, por razões ainda desconhecidas, os assaltantes tinham deixado o material para trás, levando tudo a crer que iriam voltar para, pelo menos, levar aquilo que já tinham roubado.
Sob vigilância
Quando os criminosos regressaram ao local do crime, os agentes tinham montada uma operação de vigilância “discreta”, aguardando a sua chegada, o que veio a acontecer por volta das 2h30 da manhã. Os militares deixaram que os suspeitos se movimentassem livremente durante cerca de hora e meia no parque de estacionamento e depois avançaram, acabando por surpreendê-los. A mulher terá tentado esconder-se debaixo dos reboques, mas foi rapidamente encontrada. O homem teve mais “sorte” e conseguiu escapar, atirando-se para tal a um ribeiro que delimita o terreno, colocando, segundo a GNR, a sua própria vida em risco para conseguir fugir. Apesar da muita água que havia e a força com que corria, o indivíduo conseguiu chegar à outra margem e afastar-se das instalações da Patinter e dos militares. No entanto, já se encontra identificado. O casal reside em Oliveira de Hospital e o destino final das réguas de alumínio seria, muito provavelmente, a venda a um sucateiro. A detida foi presente a tribunal e ficou sujeita ao termo de identidade e residência. O processo baixou a inquérito.
Carro pouco adequado
Além do material furtado, que acabou por ser entregue aos proprietários, os militares apreenderam aos alegados ladrões uma viatura ligeira utilizada para o ilícito. No entanto, segundo fonte da Patinter, o veículo era pouco adequado para o furto das réguas, já que não era um comercial, mas sim um automóvel de passageiros, mais concretamente um Fia Panda. Os supostos criminosos tiveram de deitar o banco de trás e deixar a mala aberta para conseguirem colocar as peças – com cerca de dois metros e meio de comprimento – dentro do carro. Quando a GNR chegou ao local já tinham carregado mais de meia centena de réguas.
JF/BP
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| 20 Fev 2008 - 1018 visitas |
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