Director: Bruno Pereira

 
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Já todos ouvimos falar na revisão do Plano Director Municipal (PDM), e nas vantagens que a mesma poderia trazer para o concelho, sobretudo em termos industriais, mas que poderia beneficiar também, todos os habitantes que anseiam construir habitações nos seus próprios terrenos que se encontram hoje situados em Zona Agrícola ou Reserva Ecológica Nacional, o que devido à referida classificação se torna inviável. Na campanha que elegeu pela primeira vez o actual edil, António Soares Marques, foi o próprio que utilizou como “bandeira de campanha” a revisão do PDM, pois no seu entender, este era um obstáculo real ao desenvolvimento do concelho de Mangualde. Cerca de onze anos passaram desde a chegada de António Soares Marques e toda a sua equipa aos comandos dos destinos da autarquia e o PDM continua por rever. À bem pouco tempo trás, o PDM a autarquia procedeu à suspensão do PDM, altura em que poderia ter sido solucionada a questão PSA, já que a suspensão permite a resolução de problemas pontuais de ordenamento de território, mas para infelicidade dos habitantes locais isso nunca aconteceu.
Depois de consultar a Acta de Reunião de Câmara de 2 de Fevereiro, retirei algumas elações preocupantes. Na referida acta, depois de uma troca de argumentos entre vereadores, onde o Dr. João Azevedo questiona, e bem, o partido do poder sobre a revisão do Plano Director Municipal, António Silva acaba por intervir. A sua dissertação é deveras inquietante, pois o exonerado vereador social democrata, anunciou que a quando da sua chegada a autarquia local, foram adquiridos todos os meios técnicos e humanos necessários à alteração do respectivo PDM, entre os quais engenheiros civis e geográficos e outros licenciados na área do planeamento urbano.
Não esquecendo, que também deve ser imputada responsabilidade a António Silva por todos os erros da governação social democrata, acabo concordar com o mesmo, quando este refere que é imoral ter-se onerado a autarquia com todas as despesas inerentes à revisão do PDM e a mesma nunca ter sido levada a bom porto. António Silva vai mesmo mais longe ao afirmar que, “continuam a existir pessoas com responsabilidades nesta autarquia que não cumprem cabalmente os deveres que lhe estão por lei e definição política efectivamente imputados”.
Considero estas afirmações muito graves e um motivo de preocupação gravosa para todos os cidadãos.


Por um concelho mais forte!

Lúcio Balula Júnior


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sugestões e comentários para : luciobalula@hotmail.com

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1 Maio 2008 - 257 visitas











 

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