Director: Bruno Pereira

 
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Foi assinado no dia 24 deste mês e homologado pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Eduardo Cabrita, o contrato de financiamento no valor de cerca de 70 mil euros, destinado a co-financiar as obras de restauração da Igreja Paroquial de S. Tomé em Cunha Baixa.
O orçamento total da obra cifra quase os 100 mil euros, pelo que 70% deste montante ficam assegurados pelo estado através deste contrato programa, cujo montante já tinha sido objecto de aprovação pelo Secretário de Estado.
Foi pela intercessão de João Azevedo que o projecto ganhou “pernas para andar”, depois do próprio ter garantido, junto do poder central, o financiamento de 70% do valor global da obra, razão pela qual a Comissão decidiu iniciar as obras durante o mês de Março.
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Na quarta feira passada o pároco, Joaquim Lopes dos Santos, acompanhado por João Azevedo e pelos elementos da Fábrica da Igreja da Paróquia da Cunha Baixa, Manuel Pereira, António Maria Fernandes, Trindade Tomás e António Fernando Cruz Ribeiro, deslocaram-se ao Governo Civil de Viseu para, na presença do Secretário de Estado, procederem a formalização do contrato-programa.
Durante o seu discurso o Secretário de Estado, Eduardo Cabrita, destacou a importância destes contratos programa nas localidades do interior que “em tempo de crise são um estímulo à economia local e a possibilidade de apoiar a concretização de sonhos antigos que de outra forma não se cumpririam”, acrescentando que se deslocou ao distrito de Viseu, pela última vez neste mandato, para assinar os contratos aprovados para o distrito. Realça-se que desta feita só foram contempladas seis candidaturas para todo o distrito de Viseu sendo uma delas a da paróquia da Cunha Baixa.
Para os elementos da Fábrica da Igreja os nossos parabéns, porquanto sabemos que não baixaram os braços e foram perseverantes na procura do cumprimento de um sonho e de um objectivo difícil de concretizar. A João Azevedo o agradecimento em nome da freguesia e dos paroquianos de Cunha Baixa em particular.
Alguns duvidaram. Outros não quiseram acreditar. Como disse um dos elementos da comissão no final da cerimónia: “alguns falam por aí em mãos invisíveis que influenciam decisões do poder central para Mangualde, nós sabemos que neste projecto as mãos não foram e não são invisíveis porque desde a primeira hora soubemos que poderíamos contar com o apoio de João Azevedo na concretização deste sonho”.

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25 Jun 2009 - 1291 visitas











 

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